sexta-feira, 30 de outubro de 2009

REFLEXÃO EM FOCO_por Gildson Souza

Estabelecer parcerias e receber textos de jovens estudantes é uma das maiores alegrias do Ensaios em Foco. Mais uma vez, temos o prazer de receber a colaboração de um estudante do Instituto Federal do Maranhão. Gildson Souza é aluno do terceiro ano do curso de Design Gráfico e produz textos com um tom de crítica interessante. Colaborou recentemente no Blog Badulaques com texto sobre as olimpíadas que o Rio de Janeiro irá sediar em 2016. E agora envia ao "Ensaios..." seu novo texto. Vale a pena conferir e dar as boas vindas ao jovem colaborador.
Para onde caminha a humanidade?

Por Gildson Souza*

O mundo nunca se aproximou tanto como se aproximou no último século. Com todas as inovações tecnológicas desenvolvidas nesse período ficou fácil saber o que está acontecendo lá do outro lado do mundo. Ficou fácil até mesmo ir para o outro lado do mundo, se quisermos. A tecnologia nos aproximou.

O mundo nunca se afastou tanto como se afastou no último século. Com todas as inovações tecnológicas desenvolvidas nesse período entramos em duas guerras mundiais, uma guerra fria e vimos várias nações guerrearem pelos mais diversos motivos. Mas... O quê nos afastou?

Ao longo de toda a história, vimos a busca constante do homem pelo saber, de si e da natureza. Esses conhecimentos acabaram por criar uma legião de céticos. E nós o usamos como veneno para matar antigas tradições, culturas e religiões que julgávamos serem atrasadas e deterem o progresso da humanidade. Hoje, roubos, assassinatos e injustiças são coisas corriqueiras em nossas vidas. O acúmulo de riquezas, hoje, é o sentido da vida de muitos e aos adeptos não existe o outro, porque não há espaço para uma troca altruísta.

Isso ocorre porque aqueles antigos preceitos, como já tido antes, foram abandonados. Preceitos estes que zelavam pela vida e bem estar do semelhante. Nós passamos a acreditar que a riqueza pudesse substituir a ética e a empatia. Triste engano! Hoje vivemos isolados dentro de nós mesmos e a única coisa que buscamos é a felicidade própria, sem parar para perceber que o mundo está tão evoluído quanto infeliz.

Algumas coisas são como os rabos dos cavalos: quanto mais crescem, mais descem. A humanidade é uma delas.
*Estudante do curso de Design Gráfico do Instituto Federal do Maranhão (IFMA)

terça-feira, 27 de outubro de 2009

LANÇAMENTO EM FOCO

Comissão Maranhense de Folclore e Casa de Nhozinho lançam livro sobre cofos do Maranhão

Na cultura popular maranhense, a cesta de palha é típica. Conhecida como cofo, a cestaria confeccionada por artesãos com folhas de palmeiras nativas trançada, possui vasta utilidade e costuma fazer parte do cenário das casas tradicionais do estado. Pensando na história que há por trás de toda essa tradição, pesquisadores e antropólogos percorreram o interior do estado do Maranhão entrevistando artesãos e pessoas ligadas a produção e utilização desse tipo de peça. O resultado da pesquisa será lançado em livro, intitulado “Cofo, tramas e segredos”.

A iniciativa de reconhecer e difundir a importância e o valor econômico e simbólico do cofo para outros circuitos se deu a partir da união de forças de instituições e profissionais com interesse pelas diversas práticas e expressões da cultura popular. Longe de esgotar o tema, essa experiência se materializou num conjunto de registros com cerca de 1800 fotografias, 13 relatórios e 72 entrevistas feitas com homens e mulheres que através de seus conhecimentos e histórias, dão cor, textura e sentido a esta publicação.
Segundo a comissão que realizou a pesquisa, a reflexão feita no livro está apoiada em trabalho de campo que se desenvolveu entre os meses de junho de 2007 a janeiro de 2008. Inicialmente pensadas para ser realizadas em 12 municípios, as viagens expandiram-se para 24 localidades em diferentes regiões do estado, escolhidas devido à marcante utilização do cofo nas atividades cotidianas. Entre as cidades visitadas estão: Alcântara, Axixá, Bacurituba, Carutapera, Caxias, Cedral, Central do Maranhão, Codó, Cururupu, Guimarães, Icatu, Itapecuru-mirim, Matinha, Mirinzal, Morros, Pinheiro, Porto Rico do Maranhão, Raposa, Rosário, São Bento, São Luís, Viana.
O lançamento do livro “Cofo, tramas e segredos” acontece na próxima quinta-feira, 29, a partir das 18h na Casa de Nhozinho, localizada na Rua Portugal, nº 185, Praia Grande, São Luís-MA.

domingo, 18 de outubro de 2009

BLOGUEIRADA JOVEM EM FOCO

Ensaios em Foco indica blogs mantidos pela galera do IFMA, uma turma que escreve feito gente grande e mostra talento além da técnica

Que a galera do IFMA arrasa, promovendo mil atividades e projetos no Instituto Federal do Maranhão, todo mundo já sabe. Agora, que entre os muitos potenciais existentes por lá, envolvidos em altos projetos dos cursos técnicos, existem blogueiros que escrevem como gente grande e batem altas reflexões com suas ideias jovens e divertidas, todo mundo precisa saber!

Pensando nisso, o seríissimo Ensaios em Foco resolveu embarcar na onda da divulgação do novíssimo Badulaques e listar também alguns blogs da movimentada galera do IFMA. Vale a pena conferir!



1. Sobre os penduricalhos nossos de cada dia...

Cinema, poesia, design e bom humor. Esse é o Badulaques. Blog criado pela Mary, estudante de Desing Gráfico do IFMA. Novidade na blogosfera, o espaço ganhou divulgação com direito a bottons feitos pela blogueira para convidar quem adora curtir bons dedos de prosa, com textos leves e divertidos como badulaques, penduricalhos e outros detalhes...Como alunos e professores do IFMA aderiram à campanha, o "Ensaios..." não perdeu tempo em visitar o blog da Mary e poder dizer também "Eu Divulgo o Badu".

http://www.badu-laques.blogspot.com

2. Da arte de repensar...
Quem nunca parou para pensar em coisas e detalhes do dia a dia que na hora da correria passam despercebidos? Voltar atrás em pensamentos e curtir uma boa reflexão é uma arte que a blogueira Jéssica Alves vem praticando no Repensando Aqui. O blog apresenta textos que analisam a vida, o dia a dia e os acontecimentos sob o olhar observador de quem consegue tirar do cotidiano detalhes que rendem discussões.
Além disso, Jéssica é uma das “comentaristas top” do “Ensaios...”, que está sempre por aqui, curiosa com o fantástico mundo dos focas...
Por tudo isso, convidamos nossos caros leitores a Repensarem por lá, também!

http://www.repensandoaqui.blogspot.com

3. Crônicas da vida de uma Representante dos Representantes...
Sucesso como legítima Representante dos Representantes de turma, Juliana Martins é a Juh do “Minha História”, que conta seu dia a dia entre a galera dos cursos de eletrônica e eletrotécnica do IFMA em textos parecidos com crônicas. O blog traz muito do diário da jovem, com belos textos sobre juventude, amizades, relacionamentos, escola e impressões de uma fase especial da vida.
Vale a pena acompanhar!

http://www.julianamartins93.blogspot.com

4. Da menina de altos conceitos, uma fonte para desabafar...
O nome dela é diferente de tudo o que você já ouviu: Flamila. E o blog: Chuva da Meia Noite. Tipicamente adolescente, traz fotos de cinema, artistas, amigos e amores logo no espaço da descrição principal. Nos textos, a blogueira escreve com intensidade relatos tipo desabafo, que refletem a perceptível vontade que uma menina sensível tem de ser “ouvida”.
Vale conferir o que Flamila Pinheiro tem para dizer no Chuva da Meia Noite!

http://www.flahpinheiro.blogspot.com


5. Filosofia com arte
Claro que não poderia ficar de fora da lista, o blog do premiado projeto Filosofia com Arte no Ensino Médio. Alimentado com textos, reflexões, comentários de filmes e material sobre filosofia e educação. O blog é mantido pelo professor Jorge Leão e também recebe colaboração de ex-alunos e textos sobre filosofia e afins.
O endereço do Filosofia com Arte é o: http://filosofiacomarte.blogspot.com

O "Ensaios..." acrescenta ainda que aqui temos apenas cinco, dos muitos blogs que a turma blogueira do IFMA produz. E para não ser injusto com ninguém informamos que muitos outros blogs legais podem ser descobertos nos links dos espaços citados nesse post, pois os blogueiros são uma comunidade unida e estão sempre se visitando.

Vida longa aos blogs e às muitas boas ideias jovens que nascem nesses espaços democráticos de debate!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

CINE FILOSÓFICO EM FOCO

Cinema, filosofia e reflexão crítica. Assim tem sido o debate gerado pela programação do Projeto Cine Filosófico, desenvolvido no Instituto Federal do Maranhão pelo professor de Filosofia Jorge Leão. E na próxima sexta (16), o debate da vez estará em torno do enredo de “Doze Homens e Uma Sentença”, que com história e roteiro de Reginald Rose, direção de Sydney Lumet e produção de Henry Fonda e Reginald Rose recebeu em 1957quatro indicações ao Oscar, incluindo melhor filme. O filme começa a partir das 18h30min na sala de mestrado do IFMA - Campus Monte Castelo.

“Doze Homens e Uma Sentença é um filme forte, de suspense. Onze jurados estão convencidos que o réu é culpado por assassinato. O décimo segundo não tem dúvida sobre sua inocência. Como poderá este homem, interpretado brilhantemente por Henry Fonda, fazer com que os outros cheguem à mesma conclusão? É um caso em que aparentemente há provas avassaladoras contra um adolescente acusado de matar seu pai”, resume o professor Jorge, deixando a questão para o debate pós- filme.

As sessões do Cine Filosófico são gratuitas e abertas a comunidade. O Campus Monte Castelo fica localizado na Avenida Getúlio Vargas, n/04, Monte Castelo, ao lado do Senai.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

UM POUCO DE HISTÓRIA EM FOCO


Cine Filosófico debate "O GRANDE DITADOR", de Charles Chaplin

O “Ensaios em Foco” tem divulgado semanalmente a programação do Projeto Cine Filosófico desenvolvido no Instituto Federal do Maranhão pelo professor de Filosofia Jorge Leão. Amanhã (09) haverá mais uma edição da atividade, a partir das 18h30min na sala de mestrado do Campus Monte Castelo, com a projeção do filme “O Grande Ditador.


O projeto, que desde 2005, visa integrar cinema ao debate da filosofia além da sala de aula, já exibiu filmes como “Hamlet”, “Matrix”, “Efeito Borboleta”, “Língua das Mariposas” e mais recentemente, os clássicos do diretor sueco Ingmar Bergman, “O Sétimo Selo” e “Morangos Silvestres”, o filme de Chaplin “Luzes da Cidade” e na última sexta (02/10) o clássico do cinema italiano de 1948, “Ladrões de Bicicleta”.

Segundo o professor Jorge Leão, cada filme do cine filosófico costuma guardar um cunho reflexivo que desperta para o debate filosófico, como por exemplo a discussão que “Hamlet” gera em torno da “procura pelo eu e a descoberta da consciência angustiada em torno das escolhas”. No caso de “Matrix”, o debate circunda a “questão verdade”; “Efeito Borboleta” discutiu a liberdade, já o filme “Língua das Mariposas” fez o professor Jorge trabalhar com os filósofos-cinéfilos a questão da ideologia e o papel social da escola e do professor.

Assim, o Cine Filosófico pretende divulgar o gosto pelo cinema de arte, de cunho filosófico, fugindo da massificação em que as produções se encontram atualmente. “Consiste em um modo de ver o cinema filosoficamente, reunindo os jovens cinéfilos, depois da exibição para um debate sobre as questões suscitadas pelo filme”, explica o professor.

SERVIÇO:
Cine Filosófico IFMA
Data: 09.OUT.2009
Local: Sala De Mestrado do IFMA, Campus Monte Castelo.
Horário: 18h30min
Filme: "O Grande Ditador" (Charles Chaplin)

Abaixo, o professor Jorge Leão reflete sobre o filme de Charles Chaplin “O Grande Ditador” (1940), que será apresentado amanhã, e propõe ainda a professores e educadores, algumas atividades para aulas de filosofia, sobre ética e política:

“Vejamos uma cena marcante do filme e algumas análises mais gerais sobre o mesmo. A cena em que o personagem de Chaplin (o ditador) brinca com o globo terrestre em sua mesa. Bem, como é sabido por muita gente, esta é uma cena que entrou para a história do cinema, quando o genial Charles Chaplin constrói uma sátira sobre o nazi-facismo, que dominava a Europa, desde meados da década de 1930. É importante o registro de que o filme foi lançado em 15 de outubro de 1940 e foi o primeiro filme falado de Chaplin. O ator inglês representa dois personagens, o barbeiro judeu, que no início combate na 1ª Grande Guerra, como cadete da nação "Tomânia", tentando salvar um soldado chamado Schultz, que mais tarde se torna oficial do exército do imperador Hynkel (a crítica aqui é direcionada a Hitler), e que constitui o outro personagem de Chaplin. Obcecado pelo poder, Hynkel quer dominar o globo, espalhando seu desejo de domínio a todos os povos. Ele se julga controlador do destino das nações, daí a idéia de segurar o mundo com as mãos, como se vê na cena. Aqui, podemos refletir sobre o totalitarismo na política, e citar a filósofa judia Hannah Arendt (1906 - 1975), que pode mediar esse interessante debate com a turma. Como se vê no pensamento da filósofa, a importância da ação política e a valorização do espaço público são dois elementos que se contrapõem às experiências totalitárias, e que podem servir aqui de contraponto para esta cena do filme, pois na Alemanha dos anos 30, "havia a impossibilidade de viver a Política, e o cidadão estava privado do diálogo com seus pares" (Revista: Discutindo Filosofia, Ano 2, n.7, pp.34-35). Um outro momento interessante para o trabalho em sala de aula, é fazer a análise dos dois discursos, o inicial, que comicamente ilustra a insanidade do "Ditador", e toda a descarga de preconceito e totalitarismo que o alimenta, e, no segundo, na cena final do filme, em que o barbeiro judeu é obrigado a falar, pois é confundido com o próprio Hynkel. Neste emblemático discurso, que vai sendo construído numa escalada emocional crescente por parte de> uma brilhante interpretação de Chaplin, é possível apresentar vários aspectos interessantes, como a influência da doutrina da não-violência, propugnada pelo líder hindu Mahatma Gandhi (1869 - 1948), quando ouvimos da boca do pseudo-imperador: "a terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades", além da defesa dos direitos humanos ("o caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos"), e de uma crítica severa à civilização moderna da técnica e do progresso, fatores que subjugaram o ser humano ao domínio das máquinas ("a máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria"). O debate pode também ser complementado pelo professor com tópicos da política e da história do século XX, contexto marcado por duas grandes guerras mundiais, de caráter eminentemente irracional e totalitário, sobretudo na segunda, com a fatídica experiência dos campos de extermínio nazista. Aqui, é oportuna a participação dos professores de História, Geopolítica e Sociologia, para uma interessante reflexão interdisciplinar com a turma. Alguns temas interessantes podem ser propostos por estes professores, tais como: o contexto histórico das Guerras Mundiais, suas motivações e implicações, a configuração do mapa europeu neste contexto, o envolvimento de nações de outros continentes, o impacto social, político, econômico e cultural das guerras sobre as nações envolvidas e outros. Outra sugestão é contrapor a estratégia totalitária, fundada na cobiça e no ódio, ao elemento ético do respeito à diversidade, à alteridade e à prática do amor, como contrapropostas a esta infeliz experiência histórica. Se o debate permitir, os alunos poderão relatar experiências históricas que levaram o projeto de uma humandidade justa e feliz ao fracasso, assim como relatos de fatos ou biografias (pode ser um tema de pesquisa para futuras aulas e debates motivado pelo professor) que impulsionaram o ser humano para novos horizontes, novas utopias, como o próprio discurso de Chaplin, ao final do filme. Vale ficar com as últimas palavras do histórico discurso, quando ele evoca o amor a Hannah, mesmo ela ausente: "Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!". Aqui, o professor de filosofia pode finalizar o encontro enfatizando aos alunos uma nova percepção da palavra "esperança", pautada numa ética solidária e universal, movida por uma ação política consciente e transformadora, onde os seres humanos estejam em equilíbrio com os seus semelhantes, com a natureza, consigo próprios e com os seus princípios valorativos. Mais uma vez, o professor poderá fazer referências à luta do líder pacificista Mahatma Gandhi e também de nomes como Martin Luther King Jr., Chico Mendes, Dom Helder Câmara e Irmã Doroty Stang, que com sua vida foram aos limites da experiência da paz transformadora, fonte abundante de vida, elemento que se contrapõe a todo terrorismo da guerra, da falsa idéia de uma "pura raça" e da banalidade da vida humana pela negação da alteridade.”

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

MAIS CINEMA E FILOSOFIA EM FOCO

IFMA apresenta debate filosófico sobre filme "Ladrões de Bicicleta"

O fim de tarde da sexta-feira (02) promete mais cinema, filosofia e debates. Assim deve ser o primeiro cine-filosófico do mês de outubro, que acontece amanhã a partir das 18h30, na sala de mestrado do IFMA - Monte Castelo. O filme da vez é a obra-prima do cinema italiano "Ladrões de Bicicleta", produzido no ano de 1948 sob a direção de Vittorio de Sica.
Ganhador do primeiro Oscar de filme estrangeiro, "Ladrões de Bicicleta" narra a emocionante história de Ricci (Lamberto Maggiorani) na luta por um emprego e pela conquista da dignidade em meio a Itália do pós-guerra. O trabalho até aparece, mas um detalhe se faz imprescindível para a execução do serviço: ter uma bicicleta. E é no contexto de miséria e luta pela sobrevivência, que Ricci e sua família têm que enfrentar vários desafios, como muitos italianos, em prol de suas vidas e da reestruturação de seu país.
O cine-filosófico é promovido pelo professor Jorge Leão, do Departamento de Ciências Humanas e Sociais do IFMA. E o campus Monte Castelo fica localizado na Avenida Getúlio Vargas, n/4, ao lado do SENAI.